quinta-feira, 9 de maio de 2013

‘BENJIE’: Anjo num Corpo de Cão. (Relato).

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“Ninguém nasce para sofrer; nasce para aprender”. (Campos de Raphael).

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Canto e Lenda Indígena do Uirapuru.
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 ‘Benjie’: Anjo num Corpo de Cão. (Relato).
“Quando Benjamim nasceu, no dia 21 de maio de 1971, seu nascimento marcou o final de um período de sete meses de depressão para mim”...
Eu me submetera a uma cirurgia da tireoide por causa de um possível tumor maligno. De início, disseram-me que o tumor era benigno, porém, dez dias depois, contaram-me que existiam algumas células “suspeitas” na parte que tinham congelado. Naquele tempo eu ainda não havia iniciado meus estudos de metafísica, e me senti “traída” pelo meu corpo.
Benjaperson (como ele foi chamado depois em sinal de deferência ao movimento feminista) foi um dentre nove cachorrinhos; eu ajudei no parto e observei-o crescer, até que seis semanas depois ele passou a fazer parte da nossa família. E ele deveria ficar comigo pelos dezesseis anos seguintes.
Eu dissera a mim mesma que ele seria uma boa companhia para meu filhinho; entretanto, desde o início, Benjie se afeiçoou a mim. Embora fosse amável com as outras pessoas, ele e eu éramos inseparáveis.
Benjie me acompanhou num casamento em vias de destruição, num divórcio traumático e durante a minha luta com a artrite reumática, quando fui capaz de contornar um processo de doença debilitante até o ponto em que agora gozo de perfeita saúde.
Ele, Benjie, foi meu apoio quando entrei para o caminho espiritual em 1977. Não importava o tempo que eu passasse meditando, ficava deitado quietinho embaixo do altar. Benjie era uma constante fonte de força, alegria e de amor incondicional.
Na época em que encontrei o meu marido, Hal, em 1984, Benjaperson estava com treze anos. Ele ainda tinha muita vida e consciência, porém nos três anos seguintes sua saúde deteriorou. Entretanto, eu não liberei facilmente o meu amigo. Dei-lhe grandes doses de vitaminas que ele ingeriu com voracidade durante cerca de um ano. Levei-o ao veterinário e a praticantes de medicina alternativa. Eu me apegava a essa vida querida.
Em várias ocasiões, quando Benjie se enfiava no mato e não voltava para casa à noite. Hal (a pedido meu) e eu saíamos à procura dele e o trazíamos para casa. Hal, gentilmente, procurava m e fazer entender que Bem queria morrer sozinho, com dignidade. E me encorajava dizendo que Benjie estava-lhe dando uma grande lição de dignidade perante a morte. Porém, somente quando o próprio Benjie olhou para mim  fazendo-me saber que estava na hora, eu o deixei ir. E assim ele retornou ao seu lar em 5 de abril de 1987, enquanto eu meditava.
Como havíamos sido tão amigos, eu esperava que Benjie permitisse que eu soubesse o que estava fazendo e aonde estava; no entanto, por dois anos não pude encontrá-lo. Não havia nada – nenhuma mensagem, nenhuma percepção intuitiva, nenhum tipo de comunicação. Mas não desisti.
Certo dia então, durante uma meditação orientada, o grupo foi conduzido ao reino celestial para uma iniciação. Entrei numa grande área aberta repleta de hostes angélicas. Os doces aromas, as cores suaves e os intensos sentimentos de paz e de alegria estavam incorporados no que se parecia com centenas de anjos na forma tradicional.
De repente, através de um espaço vago que me separava dos grupos de anjos, Benjaperson veio correndo na minha direção. Ele pulou nos meus braços e tentou lamber meu rosto (o seu comportamento terreno), quando subitamente fui abraçada por um lindo anjo andrógino. A implicação foi clara para mim: Benjie fôra um anjo durante todo o tempo.
Senti a alegria pura de ter reencontrado Bem. E me senti humilde por um ser tão grande como um anjo ter passado dezesseis anos preso à Terra, como meu companheiro.
“Como alguém pode duvidar da Providência do universo, do Amor incondicional que existe para ser pedido, da beleza e da verdade, quer se disfarçam sob tantas formas comuns?!” (Linda Kramer. Tiburon, Califórnia). [Cf. ‘Os Anjos Respondem’, p. 138/40. Terry Lynn Taylor. Pensamento].

Clic e saiba: 'Aonde os Anjos Dançam'.
Veja tb.: 'Animais Também Têm Almas Imortais'. 
 Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).

 


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